Nosso país não foi tão devastado pela crise mundial, mas mesmo assim, para muitos, o mundo caiu. Foram-se empregos, dinheiro, sonhos de prosperidade.
Nosso país não foi tão devastado pela crise mundial, mas mesmo assim, para muitos, o mundo caiu. Foram-se empregos, dinheiro, sonhos de prosperidade.
Vamos abordar a questão da juventude que coloca na berlinda o quadro das idades da vida forjado no século XIX.
Palestra de Joel Birman no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 8 de julho, em São Paulo.
Evento do módulo Subjetivações Contemporâneas.
Antes de iniciar a palestra que deu início ao módulo "Subjetivações Contemporâneas", Joel Birman gravou algumas perguntas para os convidados que completam a série de julho em São Paulo. No próprio texto de apresentação, o curador destaca a subjetivação e contemporaneidade, o que deve pontuar os encontros deste mês em São Paulo.
O Rio de Janeiro do século 19 tem muitas semelhanças com o de hoje em dia. Pelo menos no aspecto do medo e da violência gerada, segundo a historiadora Vera Malaguti. Abordando o tema "Medo, violência e política de segurança", a palestrante desta quarta-feira, 15, no Café Filosófico CPFL em São Paulo deu continuidade ao módulo "Subjetivações Contemporâneas", de Joel Birman.
Normalmente, homem e mulher são gêneros muito simples de serem definidos biologicamente. Porém, no mundo contemporâneo há uma gama maior de sexualidade, com a qual muitos ainda têm dificuldade de lidar, segundo Márcia Arán.
A psicóloga deu prosseguimento ao módulo "Subjetivações Contemporâneas" de Joel Birman abordando o tema "Novas formas de sexualidade" nesta quarta-feira, 22 de julho, em São Paulo.
Definir amor é algo praticamente impossível. O conceito é muito pessoal, como explicou a psicóloga Regina Herzog no Café Filosófico CPFL desta quarta-feira em São Paulo. A palestrante abordou o tema "Relações amorosas e encontro impossível" encerrando o módulo "Subjetivações Contemporâneas", de Joel Birman.
Colocaremos em discussão as problemáticas das novas modalidades de sexualidade, que colocam em pauta a fixidez das identidades sexuais.
Palestra de Márcia Arán no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 22 de julho, em São Paulo.
Evento do módulo Subjetivações Contemporâneas.
Colocaremos em discussão as problemáticas do medo que colocam em pauta a judicialização da política.
Palestra de Vera Malaguti Batista no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 15 de julho, em São Paulo.
Evento do módulo Subjetivações Contemporâneas.
A intenção deste projeto do Café Filosófico CPFL é colocar em destaque o que existe de específico nas modalidades contemporâneas de subjetivação. Pretendemos realizar uma leitura preliminar do conceito de sujeito, no qual esse não seria concebido nem como origem, tampouco como universal, mas como uma produção discursiva que seria marcada fundamentalmente pela contingência e pela história.
O problema do amor e da felicidade colocará em destaque o que existe de histórico nessas modalidades de experiências psíquicas.
Palestra de Regina Herzog no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 29 de julho, em São Paulo.
Evento do módulo Subjetivações Contemporâneas.
"Entendendo a crise atual como o esgotamento de um modo de viver: A exigência de um novo estilo de vida" é o tema do primeiro módulo de Café Filosófico do ano na CPFL Cultura em Campinas e terá curadoria de Clóvis de Barros Filho. A estreia será no dia 8 de maio, às 19 horas, com entrada gratuita e por ordem de chegada.
Vídeos das palestras de Campinas
Por quatro sextas-feiras, o Café Filosófico em Campinas recebeu palestrantes que abordaram o tema "Entendendo a crise atual como o esgotamento de um modo de viver: A exigência de um novo estilo de vida". O módulo teve curadoria de Clóvis de Barros Filho, que encerrou o ciclo no dia 29 de maio abordando "Moral e estilo de vida na crise da contemporaneidade".
O pensamento pós-moderno – como toda análise complexa do mundo e de suas sociedades – está distanciado no tempo face a seu objeto. A fluidez da realidade que nos dispomos a investigar torna impossível e indesejável ombrear-nos com as assertivas da modernidade. Cheias de certeza e com pretensões universais. Limitamo-nos a um olhar sobre o mundo. Da perspectiva que nos toca. A partir das emoções do corpo investigador que interage. Num fluxo de mundo doravante denominado de crise.
De todas as transformações sofridas pelo mundo nos últimos meses – reunidas sob a alcunha de crise – muitas interpretações e soluções foram propostas. Discursos cuja legitimidade depende dos porta-vozes e espaços de enunciação. Para alguns, a solução é o resgate imediato dos valores da modernidade. A começar por uma presença regulatória do Estado.
Consumo é ação no mundo. Ação que define quem age. Que faz existir em sociedade. Que informa quem é. Porque os pertencimentos e discriminações passaram a depender de uma certa prática de consumo. Consumir para ser e ser aceito. Mas esse mesmo consumo, de herói, indicativo de uma vida melhor para todos, tornou-se vilão. Bode expiatório de uma crise de causas complexas. Tema para mais de uma conversa. Objeto da nossa.