O pessimismo prometido por Luiz Felipe Pondé foi deixado de lado em seu módulo já na segunda palestra. O sociólogo Marcelo Coelho já abriu a noite de sexta-feira, dia 19 de junho, dando o recado: eu sou um otimista.
O pessimismo prometido por Luiz Felipe Pondé foi deixado de lado em seu módulo já na segunda palestra. O sociólogo Marcelo Coelho já abriu a noite de sexta-feira, dia 19 de junho, dando o recado: eu sou um otimista.
No primeiro encontro predominou o pessimismo. No segundo, uma visão mais otimista. E no final, um discurso quase sem dono. O psicanalista Ricardo Goldenberg iniciou sua palestra falando da origem das ideias próprias com base no pensamento de outro. O convidado para encerrar o módulo "Os fantasmas da perfeição", de Luiz Felipe Pondé, adotou uma postura de diálogo o tempo todo, falando apenas meia hora, para logo após abrir para o debate com o público.
A CPFL Cultura apresenta no mês de agosto, em São Paulo, a série do Café Filosófico CPFL "Os fantasmas da perfeição", com curadoria do filósofo e colunista do jornal Folha de S. Paulo Luiz Felipe Pondé. Os encontros serão realizados no Tom Jazz, nos dias 5, 12, 19 e 26 de agosto, às 20h30 e contarão com transmissão ao vivo no site.
Durante o mês de agosto, São Paulo recebe um módulo que já foi apresentado em Campinas, "Os fantasmas da perfeição", de Luiz Felipe Pondé. E, a exemplo de Campinas, foi o próprio filósofo quem abriu a série, com a palestra "A Clínica do Trágico".
O culto à beleza e à juventude é sem dúvida uma marca do nosso tempo. A corrida em busca da perfeição estética foi bastante acelerada pela tecnologia. E a decadência do corpo é adiada por métodos cada vez mais sofisticados. Parece que desaprendemos como envelhecer.
O Café Filosófico CPFL convidou o sociólogo e jornalista Marcelo Coelho para falar sobre o significado de nossa procura incansável pela fonte da eterna juventude.
“Conhece-te a ti mesmo” era a inscrição da porta do oráculo de Delfos, na antiga Grécia. Este conselho do oráculo grego ganhou novo sentido com a psicanálise. Freud encontrou pistas importantes para a investigação de quem somos. Neste programa, o psicanalista Ricardo Goldenberg mostra como a psicanálise pode ajudar a responder a pergunta ‘Quem sou eu’?
Viver buscando a perfeição? Ou viver consciente de que a vida perfeita é impossível? O que é melhor? É na tragédia que o filósofo Luíz Felipe Pondé, curador deste módulo do Café Filosófico CPFL, busca resposta. A tragédia se opõe à utopia, ao sonho de perfeição, tira a vida das nossas mãos e nos coloca nas mãos do destino. Mas a tragédia também cria a coragem, cria heróis.
A busca de relacionamentos mais satisfatórios implicou grandes mudanças nos papéis masculinos e femininos. Os processos de emancipação feminina, a desconstrução dos papeis masculinos e femininos, movidos por uma busca de redefinição da família, do amor e da vida profissional transformaram profundamente as relações. Seriam hoje os homens sensíveis e medrosos, e as mulheres livres e solitárias? Como superar os impasses da emancipação triste?
Vivemos em tempos de crise. A humanidade é uma espécie, como todas, adaptada a um meio ambiente quase sempre hostil: sofrimentos, violência, morte. Habitamos, entretanto, um tipo de meio ambiente distinto das demais espécies: o espaço interior, a alma, a mente, o espírito. Vivemos expectativas, fracassos, inquietações, e a consciência da dor.
A antropologia é a disciplina a que se costuma atribuir o procedimento da relativização. Mas o relativismo antropológico está profundamente associado à démarche comparativa, básica às ciências sociais em geral. Assim, como valor sociológico, a relativização significa inscrever a percepção do múltiplo, do plural, na elaboração de questões propostas não apenas a mundos estranhos, mas à própria sociedade a que pertencemos.
Solidariedade não é tema exclusivo da sociologia. Desde a tradição política do republicanismo, por exemplo, admite-se a existência de uma cidadania solidária, capaz de auto-organização e de autocompreensão. O mundo democrático, como se sabe, separou a esfera política da esfera da opinião, dos procedimentos reflexivos, mas continuou emprestando excessiva centralidade às virtudes políticas, principalmente a da participação.
É claro que a atitude de estranhamento em relação ao mundo não teve início com o nascimento da sociologia como disciplina, e não é exclusiva dela. Mas é somente com a sociologia que esse desconforto, que terá levado tantos autores a imaginarem outros mundos possíveis e a escreverem sobre eles, se torna uma questão metodológica.
A palestra vai abordar as dificuldades que cercam o conceito de sustentabilidade quando projetamos as mudanças para um futuro incerto – e/ou para as "futuras gerações" – e vai estimular o público a ver(enxergar) as mudanças que já estão acontecendo em hábitos, atitudes e comportamento que apontam para a realização da sustentabilidade no presente. Vão ser dados exemplos de fácil compreensão e abundantes na experiência dos indivíduos comuns.
A palestra visa abordar como podemos incentivar a formação do caráter e do comportamento em bases sustentáveis e como evitar que a criança seja fidelizada a marcas e produtos que não contribuem para seu bem-estar.
Palestra de Angélica Moura Goulart no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 12 novembro, em Campinas.
A palestra vai abordar diferentes aspectos do desejo de consumir vis a vis os valores éticos que as pessoas professam – e também o esforço que as empresas fazem – aquelas que têm programas consistentes de sustentabilidade – para se relacionar com os consumidores de modo diferente.
Palestra de Ricardo Guimarães no programa Café Filosófico CPFL gravada no dia 19 novembro, em Campinas.