A programação de Música Erudita Contemporânea em maio abordará a música francesa. A proposta do curador Irineu Franco Perpetuo está resumida no nome do módulo musical deste mês: "A França além de Ravel e Debussy".
A programação de Música Erudita Contemporânea em maio abordará a música francesa. A proposta do curador Irineu Franco Perpetuo está resumida no nome do módulo musical deste mês: "A França além de Ravel e Debussy".
A CPFL Cultura apresenta em Campinas, no mês de junho, a série de música erudita contemporânea Vozes de Villa, que tem curadoria do crítico de música do jornal Estado de S. Paulo Lauro Machado Coelho. Trata-se da segunda série do ano inspirada na obra de Heitor Villa-Lobos, uma homenagem ao cinquentenário da morte do compositor brasileiro.
Canções que ecoavam a vanguarda parisiense das primeiras décadas do século 20; miniaturas inspiradas no folclore brasileiro ou em temas como os mistérios da Floresta Amazônica; ciclos que propõem a união da temática nacional com a música de Bach; um musical criado sob medida para a Broadway, cujo enredo se passa às margens de um rio colombiano; uma ópera trágica baseada na poesia do espanhol Federico Garcia Lorca. O canto esteve presente em toda a trajetória do compositor Heitor Villa-Lobos.
As composições de Heitor Villa-Lobos são conhecidas mundialmente. Sua obra erudita é facilmente reconhecível, até mesmo por leigos. Agora, o lado teatral de sua obra é praticamente desconhecido. Neste sábado, na CPFL Cultura Campinas, será apresentado o espetáculo "Um brasileiro na Broadway", baseado na incursão do compositor na meca dos musicais americanos.
A soprano Manuela Freua e a pianista Dana Radu apresentarão no dia 13 de junho, às 20h, na CPFL Cultura em Campinas, as serestas de Villa-Lobos, além de peças de Claude Debussy, Maurice Ravel, Lili Boulanger, Darius Milhaud e Arthur Honegger em "Villa Parisiense". A escolha destes autores levou em conta a produção que influenciou o a obra do brasileiro nos anos 20 e 30.
"Yerma" é uma das óperas mais conhecidas de Heitor Villa-Lobos. Sua fama no entanto não impediu que a obra ficasse sem ser tocada no Brasil por quase 30 anos. A volta ao país deste trabalho do compositor brasileiro acontece neste sábado, dia 20, na CPFL Cultura em Campinas, às 20h.
Sidney Molina e Edna D’Oliveira encerram a série Vozes de Villa no dia 27 de junho, na CPFL Cultura em Campinas, interpretando com violão e voz duas das mais célebres obras de Villa-Lobos: as Bachianas Brasileiras nº 5 e o ciclo Floresta do Amazonas.
50 anos sem Villa-Lobos (download das apresentações em Campinas)
Um viveiro de tendências
A CPFL Cultura – Cinema apresenta em São Paulo as mostras “Retrospectiva DOC 2008”, de 16 a 19 de março, com sete filmes escolhidos por Amir Labaki, diretor do Festival É Tudo Verdade; e “Retrospectiva FIC 2008 – Os esquecidos”, de 23 a 26 de março, com sete filmes de qualidade que ficaram pouco tempo em cartaz no ano passado e foram selecionados pelo crítico Inácio Araújo.
O reflexo da Guerra ao Terror e o diálogo entre documentário e a ficção. Estes foram as duas características que guiaram o curador Amir Labaki para a escolha dos filmes presentes na mostra Retrospectiva DOC 2008 da CPFL Cultura.
Teve início ontem, 16, a Mostra Retrospectiva DOC 2008, uma iniciativa da CPFL Cultura, com patrocínio da CPFL Energia. A série de exibições de filmes selecionados pelo curador Amir Labaki foi inaugurada na Reserva Cultural, em São Paulo, com uma mesa-redonda da qual participaram os cineastas Carla Gallo e Carlos Nader, com mediação da jornalista e crítica de cinema Neusa Barbosa.
O segundo dia da “Retrospectiva DOC 2008” em Campinas foi aberto com uma mesa-redonda entre a cineasta Carla Gallo e a professora de cinema Maria Dora Mourão com jornalista Neusa Barbosa como mediadora. O ponto principal do debate foi a classificação dos filmes de documentário e ficção.
Acabou no dia 31 de março em Campinas a primeira programação de cinema do ano de 2009 da CPFL Cultura. As retrospectivas de ficção e de documentário levaram mais de 2000 pessoas para conferir os 14 filmes das duas mostras apresentadas em São Paulo e na sede da CPFL Cultura em Campinas.
No documentarismo internacional, as repercussões planetárias da Guerra ao Terror do desgoverno Bush. No brasileiro, o diálogo estreito entre o documentário e a ficção. São estes os vetores contemporâneos mais marcantes da produção não-ficcional. Em ambos os casos, 2008 foi um ano de distanciamento. Na cena internacional, a superação da era Bush foi adiantada nas telas por uma recuperação da tendência intimista e confessional.
Nossos filmes vivem uma situação paradoxal: podem tanto produzir um sucesso colossal – Se Eu Fosse Você 2 é o exemplo mais evidente -, como uma série de filmes que, apesar de suas inegáveis qualidades, não se mostra capaz de chegar ao público. Para a mostra selecionamos sete filmes brasileiros que qualquer cinematografia do mundo se honraria de ter produzido: Cleópatra, Deserto Feliz, Encarnação do Demônio, Corpo, Falsa Loura, Terra Vermelha e Serras da Desordem.