Para Antônio Flávio Pierucci, o Brasil assiste a uma oferta enorme de religiões, assim, afirmar que religião hoje é um negócio não é um erro. E para abocanharem mais fiéis, ou clientes, segundo Pierucci, as igrejas usam estratégias de marketing como as empresas. As pessoas não procuram mais a salvação depois da morte, seus desejos são imediatos. É isso que as novas religiões procuram oferecer. As que não oferecem, perdem clientes.
