Em 2015, voltamos aos clássicos para entender o presente. Derrubamos os muros de nossos sintomas mais enraizados. Abrimos as janelas para a nova escola. Discutimos a diversidade em um mundo (cada vez mais) compartilhado. Analisamos os afetos dos indivíduos em colapso. Identificamos nossas servidões involuntárias para entender melhor o nosso medo da liberdade. E resgatamos […]