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  • Live do Café com Maitê Schneider

    quinta-feira | 24 jun 2021

    18:00

    Live do Café com Maitê Schneider

    As definições nos definem?, com Maitê Schneider, MBA em Gestão Estratégica, Cofundadora da TransEmpregos / Consultora de Inclusão e Diversidade

    Hetero? Homossexual? Transgênero? Transexual? Travesti? Cis?

    Em que medida elas deveriam vir antes do nosso nome, da nossa história? Quando devemos reivindicar as nossas diferenças e quando não para nos conectarmos aos outros? Em tempos em que surgem, a cada dia, um novo termo, o campo das nomeações torna-se complexo, quase um campo minado para quem não os domina. Nos perguntamos aqui como encontrar esse difícil equilíbrio entre a legítima expressão das nossas diferenças, sem perdermos o que temos em comum. 

    Ao ser questionada por um jornalista em como deveria ser chamada: mulher trans, trans mulher? Maitê simplesmente respondeu: Humano, gente.  

  • Na TV: A pandemia e o valor da vida

    domingo | 27 jun 2021

    19:00

    Na TV: A pandemia e o valor da vida

    A pandemia e o valor da vida, com Viviane Mosé, filósofa, e Maria Homem, psicanalista

    A civilização se compôs como uma contra natureza, não compor com a vida mas controlá-la. Esse desejo típico de um modelo subjetivo centrado na fé, no poder da razão, já desabava com a crise climática, o abismo social e a exaustão humana que se reflete nos altos índices de depressão e suicídio.  O caos contemporâneo não estaria nos intimando a buscar uma nova subjetividade, um novo humano, capaz de rever e ressignificar “o que é vida”, afinal? 

    Viviane Mosé reflete sobre este panorama e abre um diálogo com Maria Homem a respeito da colaboração que se faz necessária para lidar com esta crise. 

  • Live do Café com Carlos Medeiros

    quinta-feira | 08 jul 2021

    18:00

    Live do Café com Carlos Medeiros

    O que nos une: raça e diversidade no Brasil, com Carlos Medeiros, jornalista, escritor e estudioso da questão racial.

    A sociedade brasileira vive um momento excepcional no que se refere à questão de raça. Excluído por muito tempo do debate público por ser supostamente desnecessário ou até mesmo perigoso, esse tema tem ganho um destaque crescente desde o início do milênio, a partir da discussão sobre políticas de ação afirmativa em universidades e, posteriormente, no serviço público. Isso obrigou setores importantes da academia, da mídia, dos partidos políticos e da área sindical a mergulharem de cabeça no debate, não sobre cotas, mas sobre a questão de fundo – os problemas do racismo e da discriminação –, o que se acentuou a partir do assassinato do afro-americano George Floyd, simultaneamente ajudando a perceber as semelhanças, desse ponto de vista, entre Brasil e Estados Unidos. Para uma compreensão mais ampla dessa temática, faz-necessário estudar o conceito de raça como uma construção sócio-histórica, iniciada com a modernidade, que assumiu diferentes aspectos ao longo do tempo e do espaço. E perceber que não se trata de um “problema do negro”, como foi considerado por muito tempo, mas de uma patologia social que prejudica, direta ou indiretamente, toda a sociedade.

  • Live do Café com Eduardo Wolf

    quinta-feira | 22 jul 2021

    18:00

    Live do Café com Eduardo Wolf

    Convívio: como viver juntos em sociedades plurais, com Eduardo Wolf, Doutor em Filosofia pela USP.

    Foram necessários mais de quatro séculos para que o Ocidente construísse uma cultura social e política fundada nas noções de tolerância e de pluralismo de valores. Sempre imperfeita em sua realização concreta — e, mais que tudo, sempre um ideal regulador –, essa cultura permitiu a consolidação das democracias modernas e a gradativa e continuada ampliação dos direitos individuais, de grupos e minorias que, guardando suas diferenças, foram capazes de conviver. 

    Em nosso tempo, especialmente nos últimos 30 anos, aprofundou-se uma tendência à radicalização e à polarização que implodiu, deliberada e meticulosamente, as possibilidades do diálogo, do compromisso e do pluralismo indispensáveis para vivermos juntos: assistimos ao triunfo da lógica das guerras culturais, da cultura do cancelamento, das chamadas políticas identitárias do recrudescimento de tradicionalismos fundamentalistas e comunitarismos excludentes

    O triunfo desses “cavaleiros do apocalipse” significa o fim da política. É o que vemos com o desmoronamento das instituições que moldaram a vida comum possível nas democracias modernas, como judiciários independentes atentos a suas funções legais, parlamentos representativos expressivos, partidos políticos fortes conectados com o cidadão e uma sociedade civil vibrante e ativa que traduz sua diversidade em um associativismo livre capaz de assimilar, manter vivo e energizar as diversas e divergentes demandas dos grupos sociais mais variados. Com a política tragada pelas guerras culturais e demais cavaleiros do apocalipse, o que vivemos é a demagogia digital e o populismo tecnologizado instrumentalizando os anseios de diferentes segmentos da população para inviabilizar a democracia e a vida partilhada. 


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