O romance de cunho psicológico foi substituído por premissas neurológicas. Personagens com autismo, paranoia, amnesia, distúrbios bipolares e outros transtornos se tornaram comuns na literatura contemporânea, sobretudo os Estados Unidos e na Inglaterra. O fenômeno, descrito pelo crítico Marco Roth como “neuro-romance”, tem no livro “O Amor Sem Fim”, de Ian McEwan, uma espécie de […]