Juremir Machado da Silva, nascido em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul, em 29 de janeiro de 1962, é professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social.
Juremir Machado da Silva, nascido em Santana do Livramento, Rio Grande do Sul, em 29 de janeiro de 1962, é professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social.
Professora do curso de comunicação da UERJ, Luciane Lucas dos Santos é pós-doutoranda no Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, sob a orientação do Prof. Dr. Boaventura de Sousa Santos. Integra, desde setembro de 2008, o Grupo de Economia Solidária (ECOSOL) do Núcleo de Estudos em Cidadania e Políticas Sociais do CES/UC. Concluiu o doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2004. Atualmente é professora adjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Suzana Herculano-Houzel é neurocientista, com pós-graduação nos EUA, França e Alemanha, bióloga formada pela UFRJ, professora e pesquisadora da UFRJ, autora de cinco livros de divulgação científica sobre o cérebro e seu funcionamento no cotidiano, colunista da Folha de São Paulo desde 2006 e apresentadora e roteirista do quadro NeuroLÓGICA, no Fantástico
Vera Malaguti Batista é Mestre em História Social (UFF), Doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ, Secretária geral do Instituto Carioca de Criminologia e autora dos livros "Difíceis ganhos fáceis: drogas e juventude pobre no Rio de Janeiro" e "O medo na cidade do Rio de Janeiro: dois tempos de uma história", ambos pela editora Revan.
Rossano Lima Cabral é psiquiatra, mestre em Saúde Coletiva, pesquisador do Programa de Estudos e Pesquisas da Ação e do Sujeito – UERJ. Publicou, em 2005, Somos todos desatentos? O TDA/H e a construção de bioidentidades.(Relume-Dumará).
Luiz Antonio Cordeira Moura é médico com atuação em saúde mental e doenças psicossomáticas, formado na Faculdade de Médicas da UNESP campus de Botucatu. Participa de palestras motivacionais, voluntária junto a grupos que buscam a melhoria da qualidade de vida. Experiência há 25 anos em consultório de doenças psicossomáticas e psiquiatria, ex-professor instrutor da Faculdade de Medicina de Santa Casa de São Paulo.
Francisco Antonio Doria é doutor em Ciências (Física) pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (1977). Professor Emérito da UFRJ, leciona no Programa de Engenharia de Produção da Coppe-UFRJ. Foi Sênior Fulbright Scholar em Stanford (1989-90), é membro da Academia Brasileira de Filosofia, e tem mais de vinte livros publicados no Brasil, e no exterior, cerca de 70 artigos científicos e capítulos de livros.
Oswaldo Martins Rodrigues Jr. é psicólogo, psicoterapeuta sexual. Membro dos Conselhos Consultivos da WAS (World Association for Sexual Health) e da ABEIS (Associação Brasileira para o Estudo da Inadequação Sexual) Editor Chefe da revista Terapia Sexual Co-coordenador do CEPES e do GEPIPS do Instituto Paulista de Sexualidade Autor de vários livros, o mais recente: Identidade Masculina e Sexual (2008)
Sandra Marcela Mahecha Matsudo tem Pós-Doutorado em Medicina pela UNIFESP; é diretora geral do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul- CELAFISCS; Coordenadora geral do Projeto Longitudinal de Envelhecimento e Aptidão Física de São Caetano do Sul; Autora dos Livros: “Avaliação do Idoso – Física e Funcional”, “Envelhecimento e Atividade Física” e “Obesidade e Atividade Física”; Assessora Cientifi
Alain Grosrichard é ex-aluno da Escola Normal Superior, « agrégé » de filosofia, Professor honorário da Universidade de Genebra, Presidente da Sociedade Jean-Jacques Rousseau, membro da Escola da Causa Freudiana (França) e da Escola Brasileira de Psicanálise. Escreveu muitos trabalhos sobre a literatura e a filosofia iluminista, especialmente sobre Rousseau, como também sobre o enfoque psicanalítico da literatura.
Não é de hoje que a política incomoda. Desde sempre foi assim. Políticos e cidadãos vivem em tensão permanente e atrito, ainda que se complementem uns aos outros e não possam se dispensar reciprocamente. Muitos valores e procedimentos éticos seguidos pelos políticos não se coadunam com os comportamentos e as convicções das pessoas, que esperam dos políticos coisas que eles nem sempre podem fornecer.
Márcia Arán possui graduação em Psicologia pela Universidade de Caxias do Sul (1986), mestrado em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1997), doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2001) e doutorado sanduíche pelo Centre de Recherche Medecine, Sciences, Sante et Societe (1999).
Variações livres e atuais em torno de Villa-Lobos. Como ele agiria hoje ao capturar as mil e uma fontes sonoras que nos rodeiam? Vestir-se de Villa-Lobos, assumir sua largueza infinita na prática da liberdade. Construir, com fragmentos, um novo Villa, nem erudito nem popular. Ou melhor, erudito e popular, numa ultrapassagem dialética desta oposição que gera uma música sem adjetivos. Profundamente atual. Que olha para o futuro. E o que é melhor, essencialmente brasileira.
Jornalista e crítico musical. Trabalhou na Folha de São Paulo e foi crítico musical da Folha, Veja, Isto É, O Estado de São Paulo. Editou a revista Diapason Temporada Brasil 2006; apresenta há quatro anos o programa O que há de novo na Radio Cultura FM de São Paulo. É articulista do Caderno 2 de O Estado de São Paulo e colaborador do suplemento Eu & Fim de Semana do jornal Valor Econômico e da revista "Concerto".
A série de recitais e concertos de abril mostra as afinidades profundas entre a música contemporânea e os artistas da música historicamente informada. Serão três espetáculos com alguns dos mais importantes músicos brasileiros especializados em instrumentos de época e abordagens históricas. Esses instrumentistas são convidados a mostrar em palco o parentesco entre a sensibilidade histórica e a música do século XXI.