Para o crítico de cinema Inácio Araújo, os filmes produzidos no Brasil no ano de 2008 honraria a cinematografia de qualquer país do mundo.
Confira:
Programação, sinopses e trailers
Para o crítico de cinema Inácio Araújo, os filmes produzidos no Brasil no ano de 2008 honraria a cinematografia de qualquer país do mundo.
Confira:
Programação, sinopses e trailers
Começa em Campinas nesta segunda-feira, 23, a "Retrospectiva FIC 2008 – Brasileiros e Esquecidos". O curador da mostra, o crítico de cinema Inácio Araújo, escolheu sete filmes nacionais que não tiveram muito espaço de exibição durante o ano passado. "Dar uma segunda chance a esses filmes era quase uma obrigação", afirma o curador em seu texto de apresentação.
Acabou no dia 26 de março a “Retrospectiva FIC 2008 – Brasileiros e Esquecidos” em São Paulo. Para o encerramento do evento foi programado um debate seguido da exibição do filme Serras da Desordem. A mesa-redonda teve moderação do crítico de cinema Inácio Araújo, também responsável pela curadoria da mostra, e participação da psicanalista Maria Rita Kehl e do cineasta Andréa Tonacci, diretor do filme Serras da Desordem.
Falando sobre as "Novas fronteiras da subjetivação", Benilton Bezerra Jr. abriu na última quarta-feira, dia 28 de maio, o segundo módulo do Café Filosófico CPFL de 2009 em São Paulo. O psicanalista é responsável pelo programa "Efeitos psicológicos da crise", que contará ainda com o psiquiatra Rossano Lima Cabral, e as psicanalistas Diana Corso e Maria Rita Kehl.
O psiquiatra Rossano Cabral Lima avisou logo no início, que apesar do frio que fazia em São Paulo – que registrou a madrugada mais fria do ano -, procuraria deixar quente o Tom Jazz em sua apresentação no Café Filosófico CPFL na noite desta quarta-feira, dia 3 de junho. E foi isso o que o palestrante fez, abordando o tema "A redescrição da subjetividade: as bioidentidades".
Véspera de feriado com chuva e dia de jogo do Brasil. Nenhum destes fatores interferiu no Café Filosófico CPFL da última quarta-feira, dia 10, no Tom Jazz em São Paulo. A convidada da noite foi a psicanalista Diana Corso, abordando o tema "Família: coração de um mundo sem refúgio".
No primeiro encontro do módulo "Efeitos psicológicos da crise" do Café Filosófico CPFL em São Paulo, o curador Benilton Bezerra Jr. contou com a presença de sua convidada Maria Rita Kehl na plateia. No encerramento da série, nesta quarta-feira, dia 25 de junho, os papeis se inverteram, com ele prestigiando a apresentação dela.
Depois de São Paulo, agora é a vez de Campinas entender os "Efeitos psicológicos da crise" dentro do Café Filosófico CPFL. O módulo do psicanalista Benilton Bezerra Jr. teve início na última sexta-feira com o próprio curador e o tema "Novas fronteiras da subjetivação".
Quem acompanhou a palestra "Família: coração de um mundo sem refúgio" de Diana Corso no dia 10 de junho no Café Filosófico CPFL no Tom Jazz em São Paulo pôde constatar o modo de apresentação da psicanalista, que se apoia na cultura pop para dar exemplos do tema abordado. Em Campinas, no último dia 17, a fórmula foi repetida com sucesso.
"A redescrição da subjetividade: as bioidentidades", palestra de Rossano Cabral Lima, foi apresentada na última sexta-feira (27) no Café Filosófico CPFL em Campinas. O tema já havia sido abordado em São Paulo pelo psiquiatra dentro do módulo "Efeitos psicológicos da crise", com curadoria de Benilton Bezerra Jr. Na apresentação de Campinas, o conteúdo permaneceu praticamente o mesmo.
O módulo "Efeitos psicológicos da crise", de Benilton Bezerra Jr. contou com o curador na abertura e encerramento. Em São Paulo, Benilton compareceu à palestra de Maria Rita Kehl. Em Campinas, a presença do psicanalista na apresentação de Rafaela Zorzanelli (foto) foi virtual, mas não menos importante.
O psicanalista Benilton Bezerra Jr. aproveitou o encerramento de seu módulo em São Paulo para falar sobre o início da mesma série em Campinas, no dia 3 de julho. "Efeitos psicológicos da crise" contou com Maria Rita Kehl em seu último dia no Tom Jazz em São Paulo. Maria Rita é a única palestrante que não repetirá apresentação na CPFL Cultura de Campinas.
Enquanto o mundo econômico enfrenta sua crise, assistimos à passagem de uma cultura baseada no sujeito psicológico, na qual a identidade estava referida preferencialmente ao registro da vida emocional interior, para outra, a das bioidentidades – na qual a biologia e o corpo são as fontes privilegiadas nas quais buscamos a resposta para a questão fundamental: quem sou eu?
A organização da família e a experiência da infância passam por transformações profundas nos dias atuais. Estruturas familiares inéditas emergem numa sociedade que hiperestimula a infância, celebra a autonomia e não admite a velhice. São tempos de mães libertas, pais fraternos e inseguros, filhos críticos. O que é, para onde vai, a família nuclear contemporânea, centro de um mundo tão descentrado como o nosso?
Numa época em que a vida social parece tão voltada para a conquista da felicidade, como é possível que o aumento das depressões tenha adquirido características de uma epidemia?